quinta-feira, 7 de janeiro de 2010

Querem crescer rápido, fazer tudo. Esquecem-se do principal.

Hoje soube que uma miúda, que andava comigo na escola, engravidou aos 14 anos. Entretanto teve o filho aos 15 anos, e foi morar com o namorado, provavelmente em casa dos pais dele. Agora tem 16 anos e o filho vive com a mãe dela, pois foi-lhe retirado pela segurança social. Ela raramente vê o filho, não estuda e não trabalha.

Há quem diga que a rapariga é que é a vitima, coitada, ficou com a vida estragada.
Não entendo isso. Ela fez o que quis - até não ficar com o filho -, tudo de livre vontade.
Teve relações, engravidou, saiu de casa, não faz nada pela vida e não está com o filho porque não quer. Se há alguma vitima nisto tudo é o filho.
O filho que tem uma mãe e um pai que o abandonaram.
O filho que tem uma mãe e um pai que não fazem nada para estar com ele.
O filho que tem uma mãe e um pai que agem como se ele fosse apenas um descuido, e não uma vida.



Ainda bem que o filho não está com os progenitores.

2 comentários:

Dantins disse...

Nos dias de hoje acho chocante continuarem a acontecer estes casos com tanta informação que há.

Como dizes, quem sofre é a criança que não pediu para nascer e estará entregue a uma instituição.

Anónimo disse...

E isto tanto acontece com malta nova como com adultos em circunstâncias parecidas.
E depois ainda dizem que os homossexuais não têm capacidade para educar uma criança.. Pelo menos era um filho desejado, ao contrário destes casos.