segunda-feira, 31 de maio de 2010

sábado, 29 de maio de 2010

Há que admitir as coisas.

Há pouco mais de um mês disse-o. Parei de mentir, cheguei e disse.
Porquê? Porque queria deixar de fingir ser quem não sou, queria deixar de mentir a pessoas tão importantes na minha vida, queria ser livre, queria tirar este peso de cima.
Pensei que tudo ia mudar pela positiva.

Não correu como eu tinha planeado. Não sou mais livre, não fiquei mais forte. Correu-me tudo ao contrário.
Sou ainda mais cobarde. E daqui a umas horas irei mentir outra vez.



"Posso ir sair com uns amigos?"

Nota futura:

Ao inicio acho que trabalhar sobre pressão de tempo é o ideal, pois motiva-me mais, e depois quando faltam dois dias para entregar a minha miniminiminimini tese filosófica vejo-me à rasca com tanta coisa para fazer.

sexta-feira, 28 de maio de 2010

Ficaria muito bem dizer que não tenho tido tempo de vir ao blog porque tenho a cabeça ocupada com tanto estudo, tantos últimos testes e apresentações, tanto stress pelos exames que estão quase a chegar.... Mas não. Infelizmente sou irresponsável e não é por nada disso.

O que me anda a dar cabo da cabeça é ter até terça feira para decidir, entre duas, a disciplina que quero ter para o ano. Não preciso de nenhuma delas para (quase) nada no resto da minha vida, é um ano e depois acabou. As duas disciplinas são:

Geologia: interessante (40%); facilidade (60%);
Biologia: interessante (65 %); facilidade (35%);


Eu não quero ir pelo mais fácil, mas melhor média dá sempre mais jeito.
Por outro lado, quero algo que seja interessante... Mas são os dois interessantes!

Como sou bastante indecisa, hoje fiz dois papeis. Um tem escrito Geologia e o outro Biologia. Dobrei-os e andam comigo.
Vou andar com eles até terça feira, à espera de perceber qual deles é que eu quero que seja a minha escolha. Se não conseguir perceber o que desejo, vai mesmo à sorte.


[Se houverem por aí defensores da Geologia e defensores da Biologia, deixem a vossa opinião. Manipulem as minhas escolha! Já estou por tudo.]

domingo, 23 de maio de 2010

Pena de morte

Toda a gente sabe do que se trata a pena capital: é uma sentença aplicada pelo poder judicial que consiste na execução de um indivíduo condenado pelo Estado.
Num debate em que estive presente a semana passada sobre este assunto, com pessoas da minha idade, a turma, infelizmente, dividiu-se em duas opiniões. Uma questão delicada mas que me parece de resposta simples, originou uma discussão enorme.

Dizem uns, a maioria, que a pena de morte deve ser aplicada, que faz falta cá em Portugal para pôr ordem. Que alguém que mata deve morrer, justiça aplicada cegamente. Que irem para a prisão para depois saírem e voltarem a fazer o mesmo está errado, mais vale mata-los ali para não fazerem mais ninguém sofrer. Pergunta-se se sabem para que serve as condenações, se sabem o que é tirar uma vida, se isso é justo e respondem coisas que não tem a ver. Voltam aos mesmos motivos de que ninguém deve matar (contradição?) e alguém que o faz deve morrer. Puros sentimentos de guerra: vingança e ódio.

Dizem os outros que, tal como os primeiros dizem, ninguém deve matar. Não deve ser quem deve ensinar e zelar pela não violência o primeiro a condenar à morte, a não dar uma oportunidade de arrependimento e de aprendizagem pessoal. Claro que revolta, claro que custa, mas não há nenhum ser humano que tenha o direito de decidir se uma outra pessoa deve viver ou morrer. Não é matando que vamos impedir que matem.


Por principio, sou contra. E faz-me muita confusão ver os futuros adultos deste pais com tanto ódio na cabeça, tanta sede de vingança… Muito mal nos espera, se assim continuarmos.
Qual é a vossa opinião?