Há um ano atrás vi-te pela primeira vez.
domingo, 28 de fevereiro de 2010
continuo uma treta a jogar snooker
Há um ano atrás a minha vida começou a ficar mais bela.
Há um ano atrás vi-te pela primeira vez.
Há um ano atrás vi-te pela primeira vez.
Amo-te cada vez mais. :)
sexta-feira, 26 de fevereiro de 2010
quinta-feira, 25 de fevereiro de 2010
Escolas Públicas vs. Colégios Privados
No outro dia estava a conversar com mais duas pessoas, uma delas andou sempre em colégios privados e a outra sempre colocou os filhos em colégios privados. Falava-se da segurança nas escolas públicas comparando com os tais colégios privados, por ter acontecido uma situação de miúdos a entrar em coma alcoólico durante o tempo de aulas, nas redondezas da escola, pública. Diziam elas que graças a Deus que existem colégios privados, que há mais controle, mais respeito, menos rebeldia, menos problemas.
Ontem estava a falar com um colega meu que veio este ano para a minha turma, vindo de um colégio privado, e o seu maior receio era de ficar numa turma de drogados e ladrões. Só porque ia para uma escola pública.
Estes estereótipos de que os alunos das escolas públicas são uns pobres, mal-educados, burros, arruaceiros, e tudo aquilo que uma sociedade de bem deve de excluir, e de que as escolas públicas são uns espaços onde, inconscientemente, incentivam a comportamentos que a sociedade não deseja, dá-me, a mim que toda a vida andei em escolas públicas, a volta à cabeça.
É verdade que nos colégios há muito mais controle que nas escolas públicas – eu podia sair da escola, mesmo sem autorização dos pais, e ir ao café mais longe da zona (que era onde vendiam as gomas) que ninguém dizia nada.
Mas isto de não haver controle não quer dizer nada, cada um sabe de si. Na minha antiga escola (que um ou dois anos antes de eu ir para lá foi considerada a pior do país) os meus colegas vinham cá para fora fumar, eu acompanhava-os mas nunca fumei. Tinha colegas meus que, uma ou duas vezes, compraram álcool para irem beber antes da aula e eu não bebi. Tinha colegas meus que queriam faltar às aulas, e muitas vezes faltavam, eu não. Tinha colegas meus que até iam aos chineses mais próximos roubar balões de água, e eu nunca fiz isso. Tinha colegas (eram poucos) que faltaram ao respeito ao professores, e eu nunca fiz isso, até mantenho ainda contacto com alguns. Havia de tudo, e agora muitos deles já não fazem estas coisas. Por isso não me parece que seja o tipo de escola onde andamos que faz de nós quem somos, ou que nos leva a fazer algo.
Agora, os meninos de bem dos colégios privados, mal tem uma oportunidade em que não são controlados, embebedam-se, drogam-se, roubam, fazem mil e uma coisas, tudo de uma vez, e vão parar ao hospital de tão mal que estão.
Acho que é esta a grande diferença: nas escolas públicas pode-se fazer tudo, mas nem tudo se faz. Nos colégios privados não se pode fazer nada, mas faz-se tudo às escondidas. O fruto proibido é o mais apetecido.
Ontem estava a falar com um colega meu que veio este ano para a minha turma, vindo de um colégio privado, e o seu maior receio era de ficar numa turma de drogados e ladrões. Só porque ia para uma escola pública.
Estes estereótipos de que os alunos das escolas públicas são uns pobres, mal-educados, burros, arruaceiros, e tudo aquilo que uma sociedade de bem deve de excluir, e de que as escolas públicas são uns espaços onde, inconscientemente, incentivam a comportamentos que a sociedade não deseja, dá-me, a mim que toda a vida andei em escolas públicas, a volta à cabeça.
É verdade que nos colégios há muito mais controle que nas escolas públicas – eu podia sair da escola, mesmo sem autorização dos pais, e ir ao café mais longe da zona (que era onde vendiam as gomas) que ninguém dizia nada.
Mas isto de não haver controle não quer dizer nada, cada um sabe de si. Na minha antiga escola (que um ou dois anos antes de eu ir para lá foi considerada a pior do país) os meus colegas vinham cá para fora fumar, eu acompanhava-os mas nunca fumei. Tinha colegas meus que, uma ou duas vezes, compraram álcool para irem beber antes da aula e eu não bebi. Tinha colegas meus que queriam faltar às aulas, e muitas vezes faltavam, eu não. Tinha colegas meus que até iam aos chineses mais próximos roubar balões de água, e eu nunca fiz isso. Tinha colegas (eram poucos) que faltaram ao respeito ao professores, e eu nunca fiz isso, até mantenho ainda contacto com alguns. Havia de tudo, e agora muitos deles já não fazem estas coisas. Por isso não me parece que seja o tipo de escola onde andamos que faz de nós quem somos, ou que nos leva a fazer algo.
Agora, os meninos de bem dos colégios privados, mal tem uma oportunidade em que não são controlados, embebedam-se, drogam-se, roubam, fazem mil e uma coisas, tudo de uma vez, e vão parar ao hospital de tão mal que estão.
Acho que é esta a grande diferença: nas escolas públicas pode-se fazer tudo, mas nem tudo se faz. Nos colégios privados não se pode fazer nada, mas faz-se tudo às escondidas. O fruto proibido é o mais apetecido.
terça-feira, 23 de fevereiro de 2010
Há pessoas com muita coisa reprimida
O que me chateia não é este pessoal fazer marchas contra o casamento de pessoas do mesmo sexo pelo referendo sobre o casamento de pessoas do mesmo sexo.
O que me chateia não é este pessoal achar que os homossexuais não podem ter família, nem casar, nem ser mais felizes que eles, nem viver, ...
O que me chateia é eles estarem a usar as nossas músicas e as nossas cores!
Então mas estes homofóbicos vão para a marcha deles com balões e cartazes de todas as cores do arco-íris, e ainda por cima põem a tocar e fazem vídeos com a música "We Are Family" das Sister Sledge? Que só por acaso está no top 50 das canções mais gay de sempre! Vão ver ;)
[Quase que me dão pena, alguém que lhes diga o ridículo que são.]
segunda-feira, 22 de fevereiro de 2010
Assim é que se vêem os amigos!
Tenho uma amiga que sabe, há pouco menos de um ano, que namoro com uma rapariga. Quando lhe contei foi um bocado traumático. Desde aí que não falávamos disso, ela ignorou completamente o assunto e fingia que não sabia. Don't ask, don't tell. E assim foi durante quase um ano.
Mas hoje, hoje!, ela vira-se para mim muito chocada numa situação particular e diz:
"B! Não podes olhar para outras pessoas! És comprometida!"
Agora já sou comprometida?! Olhem-me esta!! Para falar comigo sobre a minha namorada: nada! Mas para me impedir de olhar para professoras-lindas-novas-com-cabelo-preto-pele-clara-um-decote-bastante-apelativo-e-um-ar-tão-inteligente-e-séria, já é amiga!
sexta-feira, 19 de fevereiro de 2010
Eu já nem falo nos homens
Mas como é que em pleno século XXI ainda há mulheres que pensam que têm de ser as escravas dos homens?
Têm de lhes fazer o que eles pedem especificamente para o almoço, se não há em casa levantam-se às 5 da manha para irem à praça comprar o melhor, servir o almoço à hora certa, e se por acaso fica cozido de mais, ai-que-o-senhor-não-vai-gostar, toca a fazer de novo que ele nem estrelar um ovo sabe.
Têm de lhes lavar, passar, estender, apanhar a roupa; e ainda tem de ter atenção se ele não anda sujo, porque coitado, o senhor não sabe ver se as mangas estão com molho de tomate. E se ele vai para a rua assim ai-jesus-que-a-culpa-é-minha!
Têm de limpar a casa toda, que não é só delas, sozinhas, e nem pensar em contratar uma empregada!, para que é preciso isso se a função da mulher é ser a escrava particular?, mesmo que já tenham uma idade que lhes confere dificuldades físicas. E se a casa não está limpa para receber os convidados do senhor que aparecem sem avisar e que vão para lá ficar a noite toda a beber e a sujar tudo com tremoços, ainda levam!
Têm de respeitar a vontade do senhor, como se fosse o seu Deus. Se ele está chateado, elas tem de estar caladas, se ele está amuado, elas tem de estar caladas, se ele está a ver futebol, elas tem de estar caladas e irem servindo cervejas, se ele diz que é assim, elas tem de abanar a cabeça (atenção, sem falar!) e concordar com eles.
E pior!, têm de aceitar que eles tenham as amantes todas, porque um homem que é Homem tem de ter as suas aventuras e os seus filhos lá fora. E se tal situação, de serem apresentadas às amantes, acontecer, têm de sorrir e portarem-se como donzelas que são. Aturar tudo de boca fechada e com um sorriso falso nos lábios.
[São tudo situações que eu conheço, de pessoas reais, de mulheres que pensam que é assim que tem de ser.]
Têm de lhes fazer o que eles pedem especificamente para o almoço, se não há em casa levantam-se às 5 da manha para irem à praça comprar o melhor, servir o almoço à hora certa, e se por acaso fica cozido de mais, ai-que-o-senhor-não-vai-gostar, toca a fazer de novo que ele nem estrelar um ovo sabe.
Têm de lhes lavar, passar, estender, apanhar a roupa; e ainda tem de ter atenção se ele não anda sujo, porque coitado, o senhor não sabe ver se as mangas estão com molho de tomate. E se ele vai para a rua assim ai-jesus-que-a-culpa-é-minha!
Têm de limpar a casa toda, que não é só delas, sozinhas, e nem pensar em contratar uma empregada!, para que é preciso isso se a função da mulher é ser a escrava particular?, mesmo que já tenham uma idade que lhes confere dificuldades físicas. E se a casa não está limpa para receber os convidados do senhor que aparecem sem avisar e que vão para lá ficar a noite toda a beber e a sujar tudo com tremoços, ainda levam!
Têm de respeitar a vontade do senhor, como se fosse o seu Deus. Se ele está chateado, elas tem de estar caladas, se ele está amuado, elas tem de estar caladas, se ele está a ver futebol, elas tem de estar caladas e irem servindo cervejas, se ele diz que é assim, elas tem de abanar a cabeça (atenção, sem falar!) e concordar com eles.
E pior!, têm de aceitar que eles tenham as amantes todas, porque um homem que é Homem tem de ter as suas aventuras e os seus filhos lá fora. E se tal situação, de serem apresentadas às amantes, acontecer, têm de sorrir e portarem-se como donzelas que são. Aturar tudo de boca fechada e com um sorriso falso nos lábios.
[São tudo situações que eu conheço, de pessoas reais, de mulheres que pensam que é assim que tem de ser.]
terça-feira, 16 de fevereiro de 2010
Numa relação há divergências, e por isso mesmo fazem-se votações
Como sou uma miúda porreira, vou juntar o útil ao agradável e pedir-vos a vossa opinião sobre estas três mulheres.
Basta comentarem e dizerem qual é mais.... mais tudo! A mulher que nunca se fartariam de ter ao vosso lado. É fácil e são mulheres, é sempre bom de apreciar não? ;)
Então cá vai:
Opção 1 - Sarah Shahi

Opção 3 (e sem querer estar a influenciar) - A fantástica, a incrível, a perfeita Jennifer Beals

A minha escolha? Vamos por partes.
A Sarah Sahi tem aquele ar de latina irresistível, uns lábios perfeitos, e um corpo... bem, fantástico.
A Rachel Shelley tem aquele sotaque, aquele ar de mulher com classe, e aqueles olhos...!
Mas a minha escolha é sem duvida alguma a Jennifer Beals.
Tem muito mais classe que a Shelley e é muito mais irresistível que a Shahi... Ela é tão bela, tão atraente, tão mulher!
Ai ai... como é bom gostar de mulheres...
E para vocês?
Basta comentarem e dizerem qual é mais.... mais tudo! A mulher que nunca se fartariam de ter ao vosso lado. É fácil e são mulheres, é sempre bom de apreciar não? ;)
Então cá vai:
Opção 1 - Sarah Shahi

Opção 3 (e sem querer estar a influenciar) - A fantástica, a incrível, a perfeita Jennifer Beals

A minha escolha? Vamos por partes.
A Sarah Sahi tem aquele ar de latina irresistível, uns lábios perfeitos, e um corpo... bem, fantástico.
A Rachel Shelley tem aquele sotaque, aquele ar de mulher com classe, e aqueles olhos...!
Mas a minha escolha é sem duvida alguma a Jennifer Beals.
Tem muito mais classe que a Shelley e é muito mais irresistível que a Shahi... Ela é tão bela, tão atraente, tão mulher!
Ai ai... como é bom gostar de mulheres...
E para vocês?
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