quarta-feira, 10 de fevereiro de 2010

Eu não queria fazer publicidade a pessoas e causas sem princípios, mas é de uma ignorância tão grande que quase que dá pena (e vontade de rir)

"MANIFESTO


Quem faz a Família?
Quem educa as crianças?
Quem faz o Casamento?

Quem
constrói a solidariedade?
Quem aposta na maternidade e na paternidade dignas?
Quem ensina nas escolas?

Quem trabalha e gera riqueza?
Quem faz a história?
Quem decide o Futuro da Sociedade?


Tu e Eu. Homem e Mulher. "
(clicar no manifesto para ir ao site.)

Então, mas esperem lá para ver se percebi bem.

Família não são aqueles que amamos e que nos amam, que queremos ter ao nosso lado nos momentos maus e nos momentos bons, com quem nos sentimos bem, que nos apoiam independentemente de tudo? Sejam eles heterossexuais ou homossexuais?

Quem educa as crianças não são os adultos, adultos esses que querem o melhor para as crianças e estão preocupados única e exclusivamente com o bem dessas crianças, ensinando-lhes o que é o bem e o mal, que ensinam que o fogo queima, até que lhes ralham quando fazem algo de mal? Sejam estes adultos heterossexuais ou homossexuais?

Quem aposta na maternidade e paternidade dignas não são os homens e mulheres que desejam ter filhos e ama-los, e cuidar deles, e educa-los, e zelar sempre pelo seu bem, e estar ao seu lado para sempre independentemente de tudo o resto? Sejam estes homens e mulheres, heterossexuais ou homossexuais?

Quem ensina nas escolas não são os professores, formados para tal, e que aquilo que desejam é que nós consigamos perceber os conhecimentos que eles nos transmitem? Sejam estes professores heterossexuais ou homossexuais?


Quem faz a história não são os homens e mulheres à frente no seu tempo, que contra todas as maiorias e poderes souberam ver a razão das coisas e dizer que algo tinha de mudar? Que lutaram pelos seus ideais, que visavam o bem da humanidade? Fossem eles heterossexuais ou homossexuais?


Não? Bem... Algo na minha cabeça deve estar mesmo mal por achar que a igualdade é algo que nem deveria estar em questão. Como eles dizem, devo ter um lugar reservado no inferno por querer justiça. E é bem feita, quem me manda a mim querer o bem da humanidade?

Há quem diga que é dificil

Qual é a dificuldade das pessoas em pedir desculpa?


Se estamos arrependidos pedimos desculpa, e esperamos por tudo que a pessoa a quem nos dirigimos nos perdoe. Não é assim tão difícil.

terça-feira, 9 de fevereiro de 2010

domingo, 7 de fevereiro de 2010

Matthew Shepard

Não conhecia a história de Matthew Shepard,* rapaz de 21 anos que foi torturado e morto por ser homossexual.

Matthew saiu dum bar de universitários pouco depois da meia noite de 7 de Outubro acompanhado com dois homens que lhe tinham dito que eram homossexuais. Foi levado para uma zona remota, amarrado a uma cerca, torturado, espancado, incluindo com uma pistola. Foi então abandonado pelos seus atacantes. Um ciclista encontrou-o às 18:22 do dia seguinte, tendo confundido-o com um espantalho. Matthew estava inconsciente e com hipotermia. A face coberta de sangue. Segundo os médicos Matthew tinha uma fractura desde a nuca até a frente da orelha direita e um traumatismo craneano que aftectou os seus sinais vitais. Além disso tinha cerca de 12 lacerações em diversos pontos da face e pescoço. O seu estado era tão grave que não houve sequer possibilidade de operar. Matthew faleceu no hospital às 12:53 do dia 12 de Outubro de 1998.



*Quantos Matthew Shepards é que já não houveram e continuam a haver...?

sábado, 6 de fevereiro de 2010

Regras de etiqueta à mesa



E quando vamos a casa de alguém, e nos apresentam uma refeição horrível? Que por mais esforço que façamos, não conseguimos comer?

Se não como pode ser entendido como uma ofensa, mas se como, arrisco-me a ter uma dor de barriga enorme!



[O que vale é que nessas alturas há sempre um McDonalds ao pé]

sexta-feira, 5 de fevereiro de 2010

Talvez por sempre ter tido uma vida perfeita*

Um rapaz, 23 anos, capitão da equipa de natação, acabado de se formar, manda-se de um prédio.


*Mas não consigo entender.

segunda-feira, 1 de fevereiro de 2010

E não faço cabulas desde o 9º ano

Uma vez soube das perguntas de um teste antes de o fazer. Claro que a primeira coisa que fiz foi resolver os exercícios em casa, e tirei óptima nota nesse teste. Que contou bastante para a nota final.
Durante uma semana tive pesadelos com a stora, sentia-me mal cada vez que a via e ficava nervosa. E depois pedi-lhe desculpa. [Não confundir esta atitude com dar graxa; poderia ter sido prejudicada, mas achei que era o correcto.] Atrás de mim foram um ou dois, mas não mais do que isso.

Reparei aí que sou das poucas pessoas, daquele meio escolar, que se preocupam com o que fazem. Que a maioria das pessoas pensa no que quer obter; e não olha a meios para lá conseguir chegar (até a graxa, como estava a dizer, vale).

Devo confessar que isso me faz uma certa confusão. Nunca fui adepta dos caminhos fáceis, que não exigem muito de nós. Até porque qual é a piada de atingirmos os nossos objectivos quando eles nos caiem do céu?


Prefiro dar tudo de mim quando quero alguma coisa. Depois até posso apanhar uma desilusão do tamanho do mundo, mas pelo menos é tudo mérito meu.
E se, por outro lado, consigo o que quero, é uma sensação óptima.