sexta-feira, 22 de janeiro de 2010




Dá cabo de mim ver miúdos de 11, 12 anos a fumar.

quinta-feira, 21 de janeiro de 2010

Provavelmente o meu gosto musical mais estranho

O dia em que fiquei com ciumes dos Simpsons (quase)


A mulher da minha vida fica tão ofuscada quando está a dar os simpsons que não ouve mais nada. Acho que nem se fosse um terramoto ouviria.
Por outro lado, ela gostava de ter o cabelo da Marge.

Ai ai....

quarta-feira, 20 de janeiro de 2010

O dia corre bem quando se recebem boas noticias

Daqui a menos de três meses vou uma semana para um país completamente desconhecido, dormir em casa de pessoas totalmente desconhecidas.



Parece-me bem. : )

sábado, 16 de janeiro de 2010

Um dia...




Cada vez estou mais apaixonada por casas antigas, em ruas antigas, em zonas antigas das cidades.

Uma casa em que os varandins sejam feitos à mão e diferentes de casa para casa, em que possa deixar a porta aberta o dia inteiro sem problemas, em que possa conversar com os vizinhos da frente pela janela. Não precisa de ser grande, não quero casas grandes, mas confortável.

Um dia, compro uma alegre casinha numa zona antiga. Talvez na zona histórica de Lisboa.

quinta-feira, 14 de janeiro de 2010

Finger Drums



Tenho de arranjar uma coisa destas para andar por aí a dar musica.

terça-feira, 12 de janeiro de 2010

O mundo deveria de ser perfeito, mas não é.

Os LGBT são uma minoria e não lutam assim à tanto tempo quanto lutam, por exemplo, as mulheres(corrijam-me se estiver enganada). E têm muitos outros factores que prejudicam esta luta - que não deveria de haver - pelos direitos humanos.
Mas por outro lado, podem esconder aquilo que são e não lutam com tanta força. E estes dois últimos pontos são da nossa inteira responsabilidade.


Quantos de nós vivemos o dia a dia escondidos, com medo de sermos olhados de lado?
Quantos de nós agimos como se fossemos mesmo diferentes?
Quantos de nós ouvimos opiniões homofóbicas e não dizemos nada?
Quantos de nós escondemos quem somos?
Quantos de nós não vão às marchas, só porque não tem paciência?


A luta faz-se todos os dias, a todos os momentos. E provavelmente os homossexuais sempre serão discriminados - se as mulheres que são uma maioria o são, mais facilmente os LGBT serão - mas essa discriminação irá agravar-se se não fizermos nada.

Se neste momento o casamento e a adopção, e todos os outros Direitos que devíamos de ter, não os temos, deve-se em grande parte a nós, LGBT.
Por isso, antes de dizermos que ninguém nos respeita e essas coisas, devemos pensar o que é que fizemos hoje pela nossa luta.





P.S- Em parte, este post é uma critica (também) a mim, que todos os dias poderia fazer muito mais.


[O post foi alterado, inicialmente começava com esta parte]

A luta pela pela igualdade das mulheres começou há muito tempo atrás.
A mulher era inferior ao homem, e ponto final. Era isto que se pensava e por mais que se fizesse continuava a ser.

Tiveram de lutar bastante, todos os dias, toda a vida. Muitas morreram, muitas foram presas, muitas torturadas.
Até que em 1945 a igualdade de direitos entre homens e mulheres é reconhecida em documento internacional, através da Carta das Nações Unidas. Mas a luta não acabou aí - ainda mal tinha começado.
Mesmo sendo reconhecida, na teoria, a igualdade entre mulheres e homens, na pratica não é isso que se verifica.
As mulheres são ainda nos dias de hoje vitimas de discriminação, e não é pouco.
Mas não baixam os braços, cantam a uma só voz e lutam todos os dias sem esconder aquilo que são.
E isto, esta discriminação, passa-se com uma maioria!, que luta há muito, muito tempo. Não é justo, mas é verdade.