sexta-feira, 7 de maio de 2010

Após muitos anos (lol, nem a minha idade é "muitos anos", quanto mais..) sem lá ir, hoje fui à feira do livro.

Devo admitir que estava com esperança de encontrar este pessoal lá, para ter uma conversa com eles. Até já sabia o que lhes ia perguntar. Tenho mesmo curiosidade se eles acreditam mesmo naquilo que dizem, ou se é mesmo uma fase de negação profunda. Infelizmente não tive a oportunidade de os ver. Deviam estar a fazer propaganda para esta outra idiotice.

Nunca me vi rodeada de tantos livros sobre o Papa, mas, fora a chuva, o resultado final foi bom.
Um livro, uma tarde bem passada e um óptimo cupcake ;)


Aconselho a irem à Feira do Livro, e se encontrarem os senhores acima referidos (é fácil de identificar: pessoas a distribuírem panfletos com o titulo: "A guerra ideológica contra a família: Homossexualismo"), vão ter com eles. Coitados, não têm culpa de serem idiotas. Levem-os a passear, dêem-lhes festinhas. Mas cuidado, eles mordem.

quarta-feira, 5 de maio de 2010

Eu sou uma pessoa com muitos planos


Um dia vou-me tornar lactovegetariana.


Ao que responde a minha namorada "Tu? A pessoa que não come legumes? Ahahaha!"

terça-feira, 4 de maio de 2010

Há coisas fantásticas

Somos um cérebro numa cuba?


Eis uma possibilidade de ficção científica discutida pelos filósofos: imagine-se que um ser humano (pode imaginar que é você mesmo) foi sujeito a uma operação por um cientista perverso. O cérebro da pessoa (o seu cérebro) foi removido do corpo e colocado numa cuba de nutrientes que o mantém vivo. Os terminais nervosos foram ligados a um super-computador cientifico que faz com que a pessoa de quem é o cérebro tenha a ilusão de que tudo está perfeitamente normal. Parece haver pessoas, objectos, o céu, etc..., mas realmente tudo o que a pessoa (você) está experienciando é o resultado de impulsos electrónicos deslocando-se do computador para os terminais nervosos. O computador é tão esperto que se a pessoa levantar a mão, a retroacção do computador fará com que ela "veja" e "sinta" a mão sendo levantada. Mais ainda, variando o programa, o cientista perverso pode fazer com que a vítima "experiencie" (ou alucine com) qualquer situação ou ambiente que ele deseje. Ele pode também apagar a memória com que o cérebro opera, de modo que à própria vitima lhe parecerá ter estado sempre neste ambiente. Pode mesmo parecer à vitima que ela está sentada e a ler estas mesmas palavras sobre a divertida mas completamente absurda suposição de que há um cientista perverso que remove os cérebros das pessoas dos seus corpos e os coloca numa cuba de nutrientes que os mantém vivos. (...)
Putnam, H.

segunda-feira, 3 de maio de 2010

4 até é o meu número favorito

Estipulei 4 dias.
4 dias de choro, de sofrimento, de deixar que me fizessem sentir mal, de por em causa os meus valores, as minhas atitudes, até quem eu sou.
4 dias em que fui discriminada e negada como nunca antes tinha sido.
4 dias.

Hoje, acordei novamente com um sorriso. Com o meu sorriso.

domingo, 2 de maio de 2010

E foi hoje que a minha namorada me partiu o coração

- Golo!

- Quanto é que está?

- 0-1, ganha o Benfica.

- Eu gostava que ficasse empatado. Quer dizer, eu gostava mesmo era que o benfica perdesse. Mas isso implica o porto ganhar. Por isso prefiro um empate.

- Retira o que disseste!

- Nop. :P Viva Braga, a idolátrica, o esplendor!

Para este blog não ficar muito deprimente




Ontem fui pela primeira vez jogar paintball.
Antes de ir achava que ia odiar, que não ia conseguir disparar contra ninguém, não queria matar ninguém, que preferia que me atingissem do que atingir alguém.

Agora, adorei aquilo! Sou óptima a correr para a base inimiga, tenho boa pontaria, rebolo-me nas ervas todas para não ser atingida e consigo achar os tesouros! E como até corro rápido, consigo fazer os outros renderem-se, não precisando assim de os matar, o que é óptimo para a minha consciência ;)

Dessa tarde de paintball resultaram umas 4 ou 5 valentes nódoas negras, mas muito divertimento e esquecimento dos problemas, que era o que eu precisava.

Aconselho a irem!

sábado, 1 de maio de 2010

Devemos ficar ao lado das pessoas que amamos, sermos compreensivos e tolerantes, mesmo quando elas nos fazem sentir as piores pessoas do mundo, sem razão?

Durante quanto tempo?